Falta de sexo é um problema né?
As pessoas descontam nas outras, se estressam facilmente...e ficam ameaçando bater nos entes.
Tenho dó de gente assim.
É foda né...
Jovenzinho e tal, e não arruma uma namoradinha pra foder.
Tenho é muita dó.
Enfim, e fico super triste, em ver que alguém da minha família deseja tanto o meu fracasso.
Ainda mais, uma pessoa pra quem eu sempre desejei (e desejo) muito sucesso.
Fora isso, à tarde tava um calor muito muito quente, e busquei os horários das aulas.
Estou super doente (desde ontem), espirrando e espirrando.
Animada pras aulas?
Mais ou menos.
Ainda mais agora, que fiquei doente. E não vou começas as aulas totalmente boa.
De resto, tá tudo normal.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
"O que é uma foda, quando o que desejo é amor?"

Não, a frase não expressa EXATAMENTE como eu me sinto. Mas ela é de uma música legal que eu gosto, e quis pôr.
Acho que essa melancolia chatinha faz parte de mim já. Nem acho mais estranho me ver triste.
Ainda mais hoje, que estou doente.
Queria mesmo era um colo.
Não é um carinho de mãe que eu preciso.
Nem de amigos (mas eu não dispenso haha).
Preciso mesmo de colo.
Minha garganta está doendo, parece que tem um gato brincando comigo por dentro.
E parece que a minha cabeça pesa uns cem quilos.
E meus olhos doem, então fico olhando só pra frente, porque quando não os mexo, eles doem menos.
Hoje o dia acordou super sem - graça (tal qual a que vos fala).
Acordei às nove e meia, fiquei enrolando até as dez e meia.
Levantei, tomei banho.
(Mentira, liguei os cds da Cyndi Lauper antes.)
Fui pra cozinha ver o que fazer pro almoço.
(Eu tinha a casa só pra mim).
Cozinhei dois ovos, fiz macarrão de conchinha, abri uma lata de milho, cortei acelga.
Fiz uma salada de acelga com ovo cozido e milho, que ficou excelente. Temperada com molho shoyu, azeite, e aji no moto. (Ficou boa, acredite).
E um macarrão com espinafre, que pode ser considerado o desastre do ano. Tinha gosto de grama sem sal. (E eu temperei.).
E isso me lembrou muito uma das aulas de desenho.
O professor devolveu um desenho meu, e disse :
"Então...tá bom. Mas os seus desenhos são muito sem cor, sem vida."
Acho que eu é que sou BEM sem sal.
Porra, quero colo.
"/
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
E então, o que achou?
Lembrei que também nunca tirei fotos com roupa de bichinho (mas dessa eu não me arrependo).
Sim, o Oliver Martinez é incrível.
Sim, o Richard Gere é incrível.
Sim, mais uma porção de homens/atores são incríveis.
Tô com uma dor nas costas horrível.
E no joelho esquerdo idem.
Comecei a ler Viagens de Gulliver, que comprei no meio do ano passado.
Ouvi muuuito a música dos BeeGees citada no post anterios.
Ouvi muuuito os CDs da Cyndi Lauper.
Estou com fome, mas não quero comer. Não sinto mais vontade.
Amanhã tem uma festinha, e tô animada pra ver minhas colegas de trabalho (haha).
Preciso de dinheiro, e quero o meu trailer.
Preciso de dinheiro pra ir num salão e ver se me dão um trato.
(Tem outra solução para 'dar um trato', mas é melhor que não seja dita.)
E preciso muito, muito mesmo, mais que tudo, é te ver.
Nem que seja de longe, nem que seja só por um instante.
Mas preciso, e isso faz tempo.
Só eu sei como aquela cama lá no quarto parece um oceano, de tão grande.
E como não tem a mínima graça não poder contar o meu dia, se não tenho os seus olhos sorrindo pra mim.
Não sei se coisas assim existem.
Será que existe mesmo isso de contar o dia, andar de mãos dadas...?
Prefiro acreditar que sim.
Tô muito cansada.
Cansada de me sentir sempre cansada.
E já nem sei mais o quê é que me cansa.
Talvez seja essa vida sem grandes surpresas.
Ou talvez, porque a minha vida tá passando diante dos meus olhos, e eu fico parada.
E nisso, a minha juventude vai passando.
É, detesto cebola.
Como será amanhã?
Já que a Jeane não lê aqui...(pelo menos eu acho.)
posso falar que comprei o presente dela!
É um cacto bonitinho e bem fófis (u-au)
e eu embrulhei o vasinho com um pano preto de bolinhas brancas (o mesmo da bolsa que minha mãe fez),
e amarrei com uma fitinha cor-de-rosa.
Ficou super bonito :D
Espero que ela goste.
E espero que ela não fale : "Aaaah, adorei. (Que merda de presente é esse?)"
Mas ela não vai falar nem pensar isso.
:U
É isso.
Me sinto incrivelmente solteira.
Não que isso seja bom.
Não que isso seja ruim.
Sim, o Oliver Martinez é incrível.
Sim, o Richard Gere é incrível.
Sim, mais uma porção de homens/atores são incríveis.
Tô com uma dor nas costas horrível.
E no joelho esquerdo idem.
Comecei a ler Viagens de Gulliver, que comprei no meio do ano passado.
Ouvi muuuito a música dos BeeGees citada no post anterios.
Ouvi muuuito os CDs da Cyndi Lauper.
Estou com fome, mas não quero comer. Não sinto mais vontade.
Amanhã tem uma festinha, e tô animada pra ver minhas colegas de trabalho (haha).
Preciso de dinheiro, e quero o meu trailer.
Preciso de dinheiro pra ir num salão e ver se me dão um trato.
(Tem outra solução para 'dar um trato', mas é melhor que não seja dita.)
E preciso muito, muito mesmo, mais que tudo, é te ver.
Nem que seja de longe, nem que seja só por um instante.
Mas preciso, e isso faz tempo.
Só eu sei como aquela cama lá no quarto parece um oceano, de tão grande.
E como não tem a mínima graça não poder contar o meu dia, se não tenho os seus olhos sorrindo pra mim.
Não sei se coisas assim existem.
Será que existe mesmo isso de contar o dia, andar de mãos dadas...?
Prefiro acreditar que sim.
Tô muito cansada.
Cansada de me sentir sempre cansada.
E já nem sei mais o quê é que me cansa.
Talvez seja essa vida sem grandes surpresas.
Ou talvez, porque a minha vida tá passando diante dos meus olhos, e eu fico parada.
E nisso, a minha juventude vai passando.
É, detesto cebola.
Como será amanhã?
Já que a Jeane não lê aqui...(pelo menos eu acho.)
posso falar que comprei o presente dela!
É um cacto bonitinho e bem fófis (u-au)
e eu embrulhei o vasinho com um pano preto de bolinhas brancas (o mesmo da bolsa que minha mãe fez),
e amarrei com uma fitinha cor-de-rosa.
Ficou super bonito :D
Espero que ela goste.
E espero que ela não fale : "Aaaah, adorei. (Que merda de presente é esse?)"
Mas ela não vai falar nem pensar isso.
:U
É isso.
Me sinto incrivelmente solteira.
Não que isso seja bom.
Não que isso seja ruim.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
How can you mend a broken heart?
Assisti Notting Hill ontem.
Já vi ele umas viinte vezes, mas não canso. E choro em todas (admito.).
A cada post meu que leio, vejo que fico só enrolando. Eu não tenho nada pra falar!
Ó céus.
Nesse fim de semana, eu vi a Simone. E isso me deixou estupidamente feliz. Acho que quase nem abri a boca (pra variar), mas isso me deixou feliz pacas. E hoje à tarde, quando estava ouvindo os cds da Cyndi Lauper que ela gravou pra mim, fiquei pensando em todas as coisas bobas e legais sobre as quais costumamos conversar. E isso foi muito bom.
Depois peguei um cd do meu pai, os melhores hits dos BeeGees.
Muito legal (de verdade).
E fiquei ouvindo 'How can you mend a broken heart', que tocou no filme.
E ficava olhando pra baixo, pra não parecer que eu tava chorando de leve.
Que merda! Não quero que as aulas comecem!
Não fiz porra nenhuma das férias.
Quase nem viajei direito, quase nem vi meus amigos direito. Quase nem sai direito!
Eu só dormi, e dormi muuuuuuito.
Gastei meu dinheiro com coisas inúteis, e ontem fui na feira do largo.
Descobri que sou muito muito fã da Cyndi Lauper, descobri que quase não mudo de roupa.
Sempre tô com roupas parecidas. E não sei se isso é muito legal.
Comprei forminhas pra fazer biscoitos, comprei sorvete de flocos.
Descobri que pensar faz mal pro coração, e internet idem.
Distância? Pff, nem se fala.
Acho que minha infância foi uma merda.
Nunca quebrei o braço caindo da árvore.
Nunca sai no tapa com nenhuma 'coleguinha'.
Nunca tive a maldita mola colorida!
Nunca comi doce até vomitar (já vi gente fazendo isso.)
Nunca fugi de casa pra sempre.
Nunca tive um par de patins.
E pra piorar, quando era criança...eu era super chata (só quando era criança.), e sentava na primeira carteira, era queridinha de professores...só tirava notas boas. Resumindo: não me divertia.
E agora que já tô no caminho pra adultice (adultice?), tenho que bancar a otária e tirar nota ruim, sentar no fundo, conversar na aula, mandar bilhete.
Meio decadente isso, mas eu me divirto.
E hoje, quando abri o orkut, vi o recado de uma amiga. Praticamente uma irmã pra mim. Ela disse que achou umas cartas que eu havia escrito pra ela. E uma em especial, fez ela chorar.
Não é a primeira vez que isso acontece.
Uma vez, escrevi uma carta assim, de bobeira, pra uma menina que nem era minha amiga direito.
E no processo, comecei a falar tanto, que chorei em cima da carta.
E quando ela recebeu, me contou que chorou muito com a carta.
Hoje em dia, ela namora e nós mal nos falamos.
Sem contar que...
Não durmo direito por pelo menos uns dois dias.
Me sinto um zumbi, minha pele tá feia, tô com olho vermelho e mais um monte de blá blá blá.
E quanto mais tento, menos consigo dormir.
Hoje acordei dez e meia da manhã!
Dez e meia!
Pra mim foi uma vitória, com certeza.
Enquanto a vida não anda, nada acontece...
vou colocar o meu único texto que em todos os meus dezessete anos de vida, eu li e falei 'oooh, ficou bom'.
Fora isso, tô be-ge com o mecanismo do CrossFox que arranca dedos. E também com o roubo dos quadros (ra-paiz, não durmo hoje.).
Nem falo nada da morte do Beto Carrero. Fiquei super triste (de verdade). É muito ruim ver o meu Beto favorito morrendo.
Enfim.
Amor.O amor é aquela surpresa deliciosa (detesto surpresas, mas essa é diferente).Amor é aquele gostinho bom de todas as frutas do mundo.Amor é perder o chão, o teto, as paredes.Amor é apreciar cada gota de chuva que cai, e sentir em cada uma delas um gosto diferente, um gosto de felicidade completa.Amor é acordar e ver que tem gelatina na geladeira.Amor é ficar em claro uma noite inteira, falando sobre o que foi, o que é e o que será.Amor é segurar as lagrimas.Amor é soltar as lagrimas.Amor é ter noção de que o fim não está próximo.Pelo contrário, é ter noção de que ele está bem distante.Amor é sentir o mundo inteiro nas costas, e ao mesmo tempo não sentir peso nenhum.Amor é contar estrelas.Amor é aquele mais belo poema que Cecília não fez.Amor é a mais bela canção que Chico nunca fará.Amor é pensar bobeiras, sabendo que um dia serão verdade.Amor é te achar tão do meu tamanho, do meu número.Amor é perceber a cada dia como você foi feito pra mim.Amor é te querer tanto assim.O amor é nuvem.O amor é ventania.Amor é a luz que sai do teu sorriso.O amor é aquele brilho discreto, singelo, que poucos percebem.Amor é te sentir sempre aqui.Amor é tão simples.Tão inexplicável.Gasto linhas e linhas, e não consigo definir.Amor não se explica.Amor é pra sempre.Amor só se sente.
(Tá todo mundo careca de ler esse, né?)
Mas será que eu amo você?
Já vi ele umas viinte vezes, mas não canso. E choro em todas (admito.).
A cada post meu que leio, vejo que fico só enrolando. Eu não tenho nada pra falar!
Ó céus.
Nesse fim de semana, eu vi a Simone. E isso me deixou estupidamente feliz. Acho que quase nem abri a boca (pra variar), mas isso me deixou feliz pacas. E hoje à tarde, quando estava ouvindo os cds da Cyndi Lauper que ela gravou pra mim, fiquei pensando em todas as coisas bobas e legais sobre as quais costumamos conversar. E isso foi muito bom.
Depois peguei um cd do meu pai, os melhores hits dos BeeGees.
Muito legal (de verdade).
E fiquei ouvindo 'How can you mend a broken heart', que tocou no filme.
E ficava olhando pra baixo, pra não parecer que eu tava chorando de leve.
Que merda! Não quero que as aulas comecem!
Não fiz porra nenhuma das férias.
Quase nem viajei direito, quase nem vi meus amigos direito. Quase nem sai direito!
Eu só dormi, e dormi muuuuuuito.
Gastei meu dinheiro com coisas inúteis, e ontem fui na feira do largo.
Descobri que sou muito muito fã da Cyndi Lauper, descobri que quase não mudo de roupa.
Sempre tô com roupas parecidas. E não sei se isso é muito legal.
Comprei forminhas pra fazer biscoitos, comprei sorvete de flocos.
Descobri que pensar faz mal pro coração, e internet idem.
Distância? Pff, nem se fala.
Acho que minha infância foi uma merda.
Nunca quebrei o braço caindo da árvore.
Nunca sai no tapa com nenhuma 'coleguinha'.
Nunca tive a maldita mola colorida!
Nunca comi doce até vomitar (já vi gente fazendo isso.)
Nunca fugi de casa pra sempre.
Nunca tive um par de patins.
E pra piorar, quando era criança...eu era super chata (só quando era criança.), e sentava na primeira carteira, era queridinha de professores...só tirava notas boas. Resumindo: não me divertia.
E agora que já tô no caminho pra adultice (adultice?), tenho que bancar a otária e tirar nota ruim, sentar no fundo, conversar na aula, mandar bilhete.
Meio decadente isso, mas eu me divirto.
E hoje, quando abri o orkut, vi o recado de uma amiga. Praticamente uma irmã pra mim. Ela disse que achou umas cartas que eu havia escrito pra ela. E uma em especial, fez ela chorar.
Não é a primeira vez que isso acontece.
Uma vez, escrevi uma carta assim, de bobeira, pra uma menina que nem era minha amiga direito.
E no processo, comecei a falar tanto, que chorei em cima da carta.
E quando ela recebeu, me contou que chorou muito com a carta.
Hoje em dia, ela namora e nós mal nos falamos.
Sem contar que...
Não durmo direito por pelo menos uns dois dias.
Me sinto um zumbi, minha pele tá feia, tô com olho vermelho e mais um monte de blá blá blá.
E quanto mais tento, menos consigo dormir.
Hoje acordei dez e meia da manhã!
Dez e meia!
Pra mim foi uma vitória, com certeza.
Enquanto a vida não anda, nada acontece...
vou colocar o meu único texto que em todos os meus dezessete anos de vida, eu li e falei 'oooh, ficou bom'.
Fora isso, tô be-ge com o mecanismo do CrossFox que arranca dedos. E também com o roubo dos quadros (ra-paiz, não durmo hoje.).
Nem falo nada da morte do Beto Carrero. Fiquei super triste (de verdade). É muito ruim ver o meu Beto favorito morrendo.
Enfim.
Amor.O amor é aquela surpresa deliciosa (detesto surpresas, mas essa é diferente).Amor é aquele gostinho bom de todas as frutas do mundo.Amor é perder o chão, o teto, as paredes.Amor é apreciar cada gota de chuva que cai, e sentir em cada uma delas um gosto diferente, um gosto de felicidade completa.Amor é acordar e ver que tem gelatina na geladeira.Amor é ficar em claro uma noite inteira, falando sobre o que foi, o que é e o que será.Amor é segurar as lagrimas.Amor é soltar as lagrimas.Amor é ter noção de que o fim não está próximo.Pelo contrário, é ter noção de que ele está bem distante.Amor é sentir o mundo inteiro nas costas, e ao mesmo tempo não sentir peso nenhum.Amor é contar estrelas.Amor é aquele mais belo poema que Cecília não fez.Amor é a mais bela canção que Chico nunca fará.Amor é pensar bobeiras, sabendo que um dia serão verdade.Amor é te achar tão do meu tamanho, do meu número.Amor é perceber a cada dia como você foi feito pra mim.Amor é te querer tanto assim.O amor é nuvem.O amor é ventania.Amor é a luz que sai do teu sorriso.O amor é aquele brilho discreto, singelo, que poucos percebem.Amor é te sentir sempre aqui.Amor é tão simples.Tão inexplicável.Gasto linhas e linhas, e não consigo definir.Amor não se explica.Amor é pra sempre.Amor só se sente.
(Tá todo mundo careca de ler esse, né?)
Mas será que eu amo você?
sábado, 9 de fevereiro de 2008
tu me espera?
Não sabia um jeito legal de começar o post, então optei pela frase do filme que eu tô vendo. Mas só porque é a única frase que eu memorizei.
Enfim, hoje não estou triste nem feliz. Pra variar, estou 'incompleta'. Já cansei de ouvir isso, e cansei de constatar que é verdade. E preciso escrever logo, para que todos os meus pensamentos não fujam de mim. Claro, sempre alguns perdidos escapam, e não sei aonde vão parar. Talvez nas paredes, talvez voem pelas janelas e fiquem rondando por aí, até que alguém os pense de novo. Cheguei à querer que voltassem pra mim, mas eles nunca voltam. E acho que isso não é de todo ruim.
Estou muito, muito inquieta ultimamente. E isso incomoda muito. Muito mesmo.
Procuro um lugar para descansar os meus olhos. Eles estão cansados de ver sempre as mesmas coisas, mas temem muito as novidades. A sua foto, ali, no meio dos meus livros...repousa tranquila. Mas não consigo relaxar com uma foto. Preciso de alguma coisa real para tal atividade (atividade foi o melhor termo.).
Preciso sair e ver coisas bonitas e coloridas.
Preciso ver algumas coisas sorridentes e sinceras, para que eu também me sinta assim.
Quero tomar sorvete e comentar como o meu cérebro gelou, de tão rápido que tomei.
Acho que não quero ser uma pessoa assim, totalmente sem-graça. (Porque eu tô bem pastel, eim.).
Tenho medo de crescer, e ser uma adulta infeliz que não ri.
Tenho muito medo de morrer sem ter feito as coisas que quero fazer.
Como li num livro...acho que um instante só, um segundo, perto de você...faria todo esse vácuo dentro de mim desaparecer.
Mas enquanto isso não acontece, eu vou lendo mais uma porção de livros...
vou escrevendo, reclamando, desejando, sonhando.
Vou dormindo abraçada com o meu travesseiro branco de bolinhas azuis.
Enfim, hoje não estou triste nem feliz. Pra variar, estou 'incompleta'. Já cansei de ouvir isso, e cansei de constatar que é verdade. E preciso escrever logo, para que todos os meus pensamentos não fujam de mim. Claro, sempre alguns perdidos escapam, e não sei aonde vão parar. Talvez nas paredes, talvez voem pelas janelas e fiquem rondando por aí, até que alguém os pense de novo. Cheguei à querer que voltassem pra mim, mas eles nunca voltam. E acho que isso não é de todo ruim.
Estou muito, muito inquieta ultimamente. E isso incomoda muito. Muito mesmo.
Procuro um lugar para descansar os meus olhos. Eles estão cansados de ver sempre as mesmas coisas, mas temem muito as novidades. A sua foto, ali, no meio dos meus livros...repousa tranquila. Mas não consigo relaxar com uma foto. Preciso de alguma coisa real para tal atividade (atividade foi o melhor termo.).
Preciso sair e ver coisas bonitas e coloridas.
Preciso ver algumas coisas sorridentes e sinceras, para que eu também me sinta assim.
Quero tomar sorvete e comentar como o meu cérebro gelou, de tão rápido que tomei.
Acho que não quero ser uma pessoa assim, totalmente sem-graça. (Porque eu tô bem pastel, eim.).
Tenho medo de crescer, e ser uma adulta infeliz que não ri.
Tenho muito medo de morrer sem ter feito as coisas que quero fazer.
Como li num livro...acho que um instante só, um segundo, perto de você...faria todo esse vácuo dentro de mim desaparecer.
Mas enquanto isso não acontece, eu vou lendo mais uma porção de livros...
vou escrevendo, reclamando, desejando, sonhando.
Vou dormindo abraçada com o meu travesseiro branco de bolinhas azuis.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
I believe love was made to shaare.

Esse era um trecho de uma música que uma garota de 15 anos fez. Eu a vi na mtv, e ela canta umas músicas meio folk e tal. Era bem fofo. (e ela só tem 15 anos e já faz um suuucesso.).
O nome dela é Mallu Magalhães, pra quem se interessar.
E acabei de ver o Catatau do Cidadão Instigado na tv. Essa banda era (ou é) do Clayton. E ele não aparece na internet a um tempão. Falando com ele eu me sentia tão amada e feliz haha.
Bom, hoje fiquei vendo tv, pensando na cidade de Alto Paraíso lá em Goiás, que é onde eles fazem regressões e tal, e várias coisas pra lá de místicas e legais. Acho que fazem até contato com extraterrestres. Alguém topa ir pra lá comigo? Eu realmente queria fazer uma regressão...acho que poderia me esclarecer algumas coisas sobre mim mesma, que eu não consigo entender.
E preciso de alguém pra me abraçar NOW. Esse tédio e essa solidão tão me comendo. E já nem quero mais falar da maldita luz do vizinho da frente, que ele não apaga nunca! Outra vez, de dia...eu vi que é um velhinho que mora lá. Mas que diabos ele fica fazendo a noite inteira? Que porra, vai dormir, véio!
Nem na padaria dá pra eu ir, pra comer um docinho...porque os malditos docinhos custam três reais. E eu não tenho três reais! E o atendimento é uma merda. Deve ser porque eu tenho cara de pobre. Ou de criança mesmo. Vai saber.
E só pra encerrar e dar atenção para os que falam...
Descobri que estou ficando careca. É verdade!
Limpei o chão do quarto, e tinha muitos cabelos, muitos mesmo. (E não faz muito tempo que limpei o quarto.)
Tomei banho, lavei o cabelo, e caíram vários em minhas mãos.
Penteei os cabelos, e mais um punhado ficou na minha mão.
E toda hora que passo os dedos nos cabelos, caem mais uns muitos.
Minha mãe diz que é puro estresse.
Alguém ai pra me desestressar, por favor?
*Sério mesmo. É daqui pro manicômio.
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