segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Fraqueza?

Quem aqui é fraco?

I'm not the sort of person who falls in and quickly out of love
But to you, I give my affection, right from the start.
I have a lover who loves me - how could I break such a heart?
Yet still you get my attention.

Why do you come here, when you know I've got troubles enough?
Why do you call me, when you know I can't answer the phone?
And make me lie when I don't want to,
And make someone else some kind of an unknowing fool?
You make me stay when I should not?
Are you so strong or is all the weakness in me?
Why do you come here, and pretend to be just passing by?
I need to see you - I need to hold you - tightly.

Feeling guilty,
Worried, Waking from a tormented sleep
This old love, you know it has me bound,
But the new love cuts so deep.
If I choose now, I'll lose out;
One of you has to fall...
I need you, and you.

Why do you come here, when you know I've got troubles enough?
Why do you call me, when you know I can't answer the phone?
And make me lie when I don't want to,
And make someone else some kind of an unknowing fool?
And make me stay when I should not?
Are you so strong or is all the weakness in me?
Why do you come here, and pretend to be just passing by?
I need to see you - I need to hold you - tightly


Sem tradução, pode ser?
Continuo curiosíssima pra saber o que o Ricardo quer.

Fora isso, as coisas de sempre me agoniam e eu tenho até vergonha de falar.
Mas tendo um blog pra falar, pra quê vergonha?
Melhor não escrever.
Enfim.
(Entendeu, entendeu, não entendeu, não entende mais)

Fiz um desenho hoje, e acho que ficou bom.
Recebi de volta o desenho que eu achava que era o único que tinha ficado bom.

Acho que já desenhei coisa muito melhor do que essas duas folhas de papel.
Mas o jeito como você fala e sorri, ainda me toca.
E me faz ficar feito imbecil, com esse sorrisinho todo triste.
E enquanto eu ainda falar de você, você ainda mora aqui.

Ou talvez não.
Talvez tenha sido apenas bom demais pra ser verdade.
E vai ver nem era verdade mesmo.

Está frio, sabe.

Talvez seja hora de esfriar um pouco as coisas.


sábado, 9 de agosto de 2008

Tudo é um Combo, e dos Combos.

Ricardo, quer falar comigo?
Por quê?

Quero saber, realmente.
Qual o propósito?

Mas êim?

Fora isso, tô pensando mais em outras coisas do que nas coisas que sacodem aqui.
Elas andam bem calminhas até.
Alguns probleminhas de saúde me fizeram escrever coisas que eu nem digo o que são.
E que um dia alguém saberá.
E só esse alguém.
Talvez mais alguns alguéns.

Quem sabe?

*Me rendi à Mallu Magalhães, confesso.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

The Boy with the Thorn in his Side.

Escrevi errado?
Não tem problema.

Caí na real de algumas coisas agora.
E coisas sacodem dentro de mim feito borbulhas e uma máquina de lavar enlouquecida.
Sinto náuseas que me fazem ver o mundo todo verde e marrom e espirais loucas.
Vejo coisas que gosto de ver, e outras nem tanto.
Vejo um futuro melhor.
E enxergo isso cada vez mais com uma clareza indescritível.

Já passa mais de um mês, e eu ainda não sei o que fazer.
Ninguém dirá que é tarde demais, não é mesmo?
Não é nada diferente.

Apesar disso, estou bem.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Ah vida hahaha.

Nem sei porque eu ainda choro.
Você nem faz tanta diferença assim na minha vida.
Faz uma diferença pequena.
Mas às vezes se torna grande.
É uma coisa difícil de explicar, e eu sei que você não entende.
Você é o tipo de pessoa que sempre interpretou errado as coisas que eu falava.
E não é agora que vai compreender o real significado delas.

Não é o jeito certo, mas nem sei se existe jeito certo...
pra se esquecer das coisas.
Até porque as coisas não são fáceis de serem esquecidas.
No caso, quando eu tiver Alzheimer daqui a algumas décadas, vai ser mais fácil.
Mas por agora, não.
Sei lá, eu fico boba quando me vejo assim.
Fico bem irritada, pra falar a verdade.

E você é assim, aquele garoto de sonhos.
Aquele garoto que vive nas nuvens, e que ninguém consegue tirar.
E só você não vê que ela te enfia mais nas nuvens.
E que essas nuvens te afundam cada vez mais.
E cada vez mais, você vai ficando sem saída.
Enfim, você é quem sabe, né?

Sabe, eu tentei viver nas nuvens como você.
Mas vi que é o tipo de coisa que machuca demais.
E faz você viver tão à par da realidade, que maltrata mais ainda estes nossos corações.
Mas se você escolheu esse caminho, não posso fazer nada.

Gostaria de poder ajudar.
E acredito que você saiba disso.
Mas acho que não é da minha ajuda que você precisa.
É o tipo de coisa que você acha que ela tem, mas ela não tem.
Ela não te quer.
E ela não liga pra você.
E se um dia eu errei, foi por gostar demais de você.
Mas mesmo assim, e ainda hoje, não vejo isso como um erro.
Vejo como uma infelicidade do destino, ou um triste engano da vida.

Vai saber, eu nem ligo tanto mais pra você.
Sabe, só queria ser parte de alguma coisa.
E você não quis.
E eu me senti enxotada pra fora da sua vida como uma qualquer.
E sinto lhe dizer, mas eu não sou uma qualquer.
Uma qualquer não te dedicaria o que eu te dediquei.
E eu quero mais é que você se dê muito bem nesse tal mundo das nuvens, garoto.

Mas amor igual ao meu, você não vai encontrar, eu sei.

domingo, 3 de agosto de 2008

Entããão...

É.

Amigos.
São aquelas pessoas que parecem mais anjos do que pessoas de carne e osso.
Porque elas em TODAS AS VEZES são incríveis, maravilhosas.
São praticamente divinas.
Os amigos, claro.
Os coleguinhas ficam no plano terreno.
Hohoho.

E surgem desentendimentos, sempre.
A gente tem idéias tão divergentes, que parecia impossível que a gente virasse amigos.
Você assim, tão listrado, e eu assim, tão de bolinhas.
Como foi que a gente ficou amigo mesmo?
Não sei, mas tem um amor tão grande na gente, que explica toda e qualquer coisa que possa acontecer.
E lá vai ele de novo, o amor, justificando tudo.
Realmente.

Lembro que o único texto que um dia escrevi e ficou bom, foi falando do amor (tá nas postagens anteriores, procura aí haha).
E me prometi que ia escrever um outro, com outro tema.
Que podesse ser bonito, e que me agradasse da mesma forma que o outro.
E vi que não tem jeito.
É falando de amor mesmo.

E os meus amigos são incríveis, lindos, xuxus, gostosos.
Só eles sabem me levar ao Céu, e quando não aparecem, me levam ao buraco junto com eles.
Eles sabem me fazer sorrir, mesmo que o sorriso não apareça.
Eles podem ser novos, conhecidos ontem ou antes de ontem, ou apenas há algumas semanas.
Ou podem ter anos e anos.
Amigos são todos aqueles, que se reconhecem apenas pelo olhar.
São aqueles que mesmo separados estão juntos.
E mesmo juntos, estão juntos.
São eles que colorem toda a vida, e dão aqueles retoques aonde é preciso.
São eles que seguram a minha mão, quando parece não haver saída.
Mas a saída existe.
E está ali, logo na nossa frente.
Mas sem o amigo, não ia encontrar jamais.

Uma vida sem amigos, não pode ser chamada de vida.
Não são eles as tais pessoas que chamamos de 'família' também?
Pois são uma família.
Sem eles, nada sou.
Seria apenas uma pessoa que procura alguma razão pra viver.
E que não encontraria jamais.
Descobri que a razão de tudo, é curtir os momentos bons e ser feliz.
A vida é tão curta...
É tão simples aproveitar os momentos.
Mesmo que seja uma risada solta, ou um silêncio longo.
Mesmo nos momentos em que a presença se faz ausente, sempre haverão as presenças presentes.
E quando as presenças presentes todas se fizerem ausentes, é só vasculhar no coração, e todos os dia ensolarados surgirão.
E virão como um disparo de felicidade, pra tornar tudo colorido novamente.

É tão simples, né?
Posso dizer que o que eu tanto procurava, encontrei.
E vou continuar encontando mais e mais razões pra sorrir e fazer sorrir.
E o tal tabu de falar da tal da felicidade, desapareceu, né?
Antes via pessoas que se chamavam de 'felizes' como tolas.
Como se elas não soubessem o que é felicidade.
E como se fosse preciso sofrer para ser feliz.

Acho que é preciso apenas ser feliz para ser feliz.
E os meus amigos me fazem muito feliz.

Sintam-se abraçados.
(Todos.)
Porque pra vocês, eu faço surgir mais braços e mais sorrisos.
E mais risadas.
Porque se for pra gente ser feliz, eu faço qualquer coisa.

:D

sábado, 2 de agosto de 2008

Vai, pode falar...

Hoje estou meio infantil.

E na falta de ter o que escrever, prefiro apenas ler.

E na falta de ter o que falar, prefiro ouvir.

That Great Love Sound.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Viajando nas últimas viagens do mês.

So don't keep singing me your sad song
Its been so long
Since I've gotten through and
I'm not gonna be the last one who's no fun,
The one that's always left behind
Don't get me wrong
When I don't tell you what you want to hear
And go do what you want
And i'll try hard to be more understanding
Dance Hall Crashers

Esse tal tema de "Viajando" resolvi fazer só neste finalzinho de mês.
Até porque as viagens ficarão mais restritas a partir da segunda feira.
Não serão menos intensas ou menos importantes.
Serão apenas menos viajadas.
Entende?

As viagens daqui iam muito mais além do que foi exposto.
Apenas não quis expor demais.
Porque expondo demais, corro o risco de ser mal entendida, e consequentemente, censurada.
Caminhei por tantos lugares diferentes, mas de alguma forma, eram todos conhecidos.
Eram desconhecidamente conhecidos.
E o que eu pensava que havia morrido, evaporado, sumido...estava aqui o tempo todo.
E todas as respostas estavam aqui.
As soluções, aquele *plim que tava faltando.

As coisas estão bem melhores.
Claro, enquanto eu sentir a necessidade de falar de você, esse restinho seu que sobra aqui, não vai sair.
E só percebo quão imensa foi a sua presença.
Porque até hoje ainda falo de você.
Enfim.

Descobri que ler não é mais a minha principal distração.
Antes era.
Qualquer tempinho livre, eu enchia lendo livros.
Agora a pilha dos livros não lidos está cada vez mais crescendo.
E prometo a mim mesma que vou ler todos.
Não sei quando ainda.
Mas devagar leio todos.
Pra quê pressa?
O Sol nasce todos os dias mesmo...

Aos poucos vão aparecendo pessoas novas.
Elas nem parecem tão novas, é como se fosse apenas um reencontro, um reconhecimento.
As que ficaram aqui estão.
E é muito bonito de se ver.
Hoje mesmo, um amigo veio falar comigo.
Fazia meses que não nos falávamos.
E a nossa conversa foi a mesma.
Confesso que quando ele me pediu pra voltar logo, fiquei muito comovida.
Ele me falou coisas muito bonitas.
E fico super feliz em saber que cultivei amizades assim, tão especiais.

O problema é que muita gente confunde as coisas.
Acha que dedicação demais é desespero.
É apenas o meu modo de ser.
Pode ser que sufoque demais algumas pessoas.
Mas é o tipo de dedicação que eu gosto de receber também.
E só quem retribuiu, é que ficou.
Vejo amigos de infância, que jurava que iam ser pra sempre.
Vejo eles passando na rua e mal me olhando na cara.
É...

As coisas mudam demais.
E sinto saudades imensas da infância.
De acordar mais tarde.
Dormir mais cedo.
Ficar vendo desenhos, ou fazendo nada.
Procurar coisas pra fazer.
Não ter preocupações.

Mas o que mais me mostra que cresci, é que gosto do que ando vivendo neste momento.
Sinto que esse é um momento muito bom da minha vida.
E sinto que estou aproveitando.
Mesmo ficando noites acordada, ficando até meio doente...
Mesmo com brigas, desentendimentos.
Tudo isso serve pra dar um tempero à mais na vida.
Pois não há graça nenhuma em ser mais uma pessoa boazinha no mundo, que nunca erra.
Me orgulho muito das minhas atitudes.
Até as mais erradas, fiz todas consciente das consequências.
E hoje, tudo isso serve pra me fazer rir.
Porque até fazendo coisa ruim, me apareceram amizades incríveis.

Mesmo que o cabelo mude, a voz, mesmo que surjam mil rugas na nossa cara.
E que demorem anos e anos, a gente vai se reencontrar.
Nem que seja pra passar a bengala no asilo.
Porque tudo aquilo que há de grandioso na gente, está apenas adormecido.
E quando a gente se reencontrar, poderemos viver tudo aquilo que ficou atrasado.
E as nossas conversas vão ser as mesmas.
E a gente vai até falar mal das mesmas pessoas, eu sei.
Hahahaha.

Vai lá, se esse é o teu sonho, vai em frente!
Descobri que não se pode chamar os sonhos dos outros de "bobos" ou falar para desistirem.
Se é realmente o sonho, você tem mais é que ir em frente.
Mesmo que às vezes ele pareça utópico ou até impossível.
Nada é impossível.
Se você acredita, você pode mudar o mundo.

Ultimamente, a minha vida andava um terror.
E quando eu simplesmente parei.
Parei e me dei um tapa na cara.
De repente, todo o mundo ficou diferente e bonito.
E a minha vida mudou.
Nem sei exatamente quando isso aconteceu.
Mas sei que não foi por causa do leite.
Hahaha.

E parece que essa dor de cabeça vai ficar comigo por um bom tempo...

Hahaha.

*Raiooooooou o soool... (undelecoundelecoundelecô-co)