Come away with me in the night
Come away with me
And I will write you a song
Come away with me on a bus
Come away with me where they can't tempt us
With their lies
I want to walk with you
On a cloudy day
In fields where the yellow grass grows
knee high
So won't you try to come
Come away with me and we'll kiss
On a mountain top
Come away with me
And I'll never stop loving you
And I want to wake up with the rain
Falling on a tin roof
While I'm safe there in your arms
So all I ask is for you
To come away with me in the night
Come away with me
E agora, né?
Agora eu sei que é uma noite fria.
Mais uma no meio de tantas outras no calendário.
Mais uma que estou aqui, sozinha.
Sozinha, mas com o coração cheio.
Metade cheio, metade vazio.
Mas metade cheio.
Cheio porque você está aí.
Você existe.
Eu já te vi.
Vazio, porque a gente sabe.
E só a gente sabe.
E a tua falta me dá uma dor tão grande.
É ruim.
É quase morrer.
Mas não morri.
E sei que não vou, pelo menos até te ver mais uma vez.
Minhas mãos estão geladas,
porque você não está aqui para esquentar.
E pra quê arrumar o meu cabelo,
ou tirar as roupas de cima da cama,
se você não vai vir me visitar, pelo menos hoje.
Enquanto isso, eu vou vivendo.
Você sabe.
Vou indo.
Vindo.
Viajando nesse meu espaço.
Viajando pelo teu espaço.
Dormindo e sonhando.
Acordando e sonhando mais ainda.
Fantasiando e alucinando.
São só alguns dias.
Só alguns dias que nascem assim, meio parados.
E ficam parados.
Porque não tem mais chuva batendo na janela.
E o chão é diferente.
O barulho não é mais o mesmo.
Agora só venta.
E venta bastante, parece que as janelas vão quebrar.
Elas tremem.
Tremem, fazem um barulho e me tiram o sono.
Me tiram o sono.
Tanta coisa me tira o sono.
E tanta coisa me dá motivo pra dormir.
Dormir, sonhar, descansar.
Nem que seja por um minuto.
Aquele minuto do dia.
Aquele minuto.
Naquele minuto eu descanso.
E tudo fica mais leve.
E eu solto umas lágrimas (que bom que você não vê).
E sorrio.
Sorrio só pra você.
Sorrio por tudo aquilo que passou e aquilo que virá.
Sorrio porque o mundo é belo,
mesmo que às vezes se vista de escuridão.
Sorrio por você, por mim.
Por esse destino que fez com que a gente se encontrasse.
Mas que ironicamente, não convivêssemos.
Vai ver ele reserva coisas tão boas pra gente,
que essa ausência
não fará a mínima diferença.
E essa noite continua fria.
A minha garganta dói, de tanto gritar.
De tanto te chamar.
E você ouve, mas não podemos fazer nada.
Já perdi as contas de quantas vezes morri e nasci de novo.
De quantas vezes a flor morreu.
De quantas vezes a flor desabrochou.
Hoje ela deve estar assim, meio pra baixo.
Meio murcha.
Precisando de cuidados.
Precisando de um pouquinho de você.
Música do título.
domingo, 31 de agosto de 2008
Come away with me.
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Thank you for loving me.
Compilação compilada gradativamente a partir de agora:
You pick me up when I fall down
You ring the bell before they count me out
If I was drowning you would part the sea
And risk your own life to rescue me
You pick me up when I fall down
You ring the bell before they count me out
If I was drowning you would part the sea
And risk your own life to rescue me
Thank you for loving me - Bon Jovi
(essa não é pro Rafa, mas foi pelo Rafa.)
Mais vale o meu pranto que esse canto em solidão
Nesta espera o mundo gira em linhas tortas
Abre essa janela, primavera quer entrar
Pra fazer da nossa voz uma só nota.
Casa Pré-Fabricada - Los Hermanos
E quanto a mim?
Você assim e eu, por final sem meu lugar
A Flor - Los Hermanos
To really love a woman,
Let her hold you,
Till you know how she needs to be touched.
You've got to breathe her, really taste her,
Till you can feel her in your blood.
And when you can see your unborn children in her eyes ...
You know you really love a woman.
Have you ever really loved a woman - Bryan Addams
(quem quiser me dar o filme...)
Other arms reach out to me
Other eyes smile tenderly
Still in peaceful dreams I see
The road leads back to you
Georgia on my mind - Ray Charles
Malditos processos de amadurecimento.
Madura é fruta caída do pé.
Vai que dizer quem é maduro ou não em outro lugar.
Tem idade pra isso?
Porque as coisas dificilmente vem gradativamente?
Lucas Queiroz Morais
(Amigo, irmão, anjo, salvação,
ombro, lenço, abraço, sorriso.)
Dizem né (dizem) que colocar citações
dá um embasamento maior pro que você fala...
Então dei uma selecionada bêisique
em coisinhas que li por aqui, por ali.
Que ouvi por aqui, por ali.
Que recebi por aqui e por ali.
Depois de ler e ouvir tudo isso,
fiquei até meio sem ter o que falar.
E só pra finalizar, vi um curta hoje.
E realmente é muito bom.
Pelo menos, eu adorei.
Gostaria de compartilhar.
Bem-vinda.
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Oi, tudo bem?
Tudo?
É o tipo de pergunta que eu imploro para que façam pra mim, mas odeio responder.
Entende?
É bom saber que muita gente se preocupa, mas é terrível saber que o que você sente aflige elas (à elas, enfim).
Por hoje, estou satisfeita.
Dei mil pitis, mas agora tudo parece tão claro.
Tão claro.
Estou cansada e com muito sono, mas muito mesmo.
Mas não sei.
Mesmo que deitasse agora, acho que não iria conseguir dormir.
As estrelas brilham pra você, não é mesmo?
Todas elas brilham.
Até a minha estrela brilha, mesmo que eu acho que ela não deveria brilhar.
Ah, deveria sim.
E esse som que sai aí dos teus dedos?
Você sabe que eu quero muito que sua voz me chame.
E aí eu irei correndo, para que nunca mais precise correr.
Para que tudo de bom se condense ali.
E mesmo que aquele momento acabe ali, com outro momento atropelado, ele vai ser pra sempre.
E vai durar até o fim dos tempos.
E não vai mais haver fim.
Você sabe, pra mim as histórias não tem fim.
E só basta acreditar no que eu digo, mesmo que pareça não ser verdade.
Sabe, estou bem pra baixo nestes dias.
Me surpreendo ao falar que estou bem, e ouvir que não estou.
Como se eu me sentisse bem, mas vissem que não estou.
Não compreendo.
Até me sinto bem.
E se as luzes que acendem e apagam incomodam...
Que posso fazer?
Não sei o que fazer.
E não sei de quem é a mão que faz isso.
Vou arrumar um pouco da minha vida e do meu quarto.
É o tipo de pergunta que eu imploro para que façam pra mim, mas odeio responder.
Entende?
É bom saber que muita gente se preocupa, mas é terrível saber que o que você sente aflige elas (à elas, enfim).
Por hoje, estou satisfeita.
Dei mil pitis, mas agora tudo parece tão claro.
Tão claro.
Estou cansada e com muito sono, mas muito mesmo.
Mas não sei.
Mesmo que deitasse agora, acho que não iria conseguir dormir.
As estrelas brilham pra você, não é mesmo?
Todas elas brilham.
Até a minha estrela brilha, mesmo que eu acho que ela não deveria brilhar.
Ah, deveria sim.
E esse som que sai aí dos teus dedos?
Você sabe que eu quero muito que sua voz me chame.
E aí eu irei correndo, para que nunca mais precise correr.
Para que tudo de bom se condense ali.
E mesmo que aquele momento acabe ali, com outro momento atropelado, ele vai ser pra sempre.
E vai durar até o fim dos tempos.
E não vai mais haver fim.
Você sabe, pra mim as histórias não tem fim.
E só basta acreditar no que eu digo, mesmo que pareça não ser verdade.
Sabe, estou bem pra baixo nestes dias.
Me surpreendo ao falar que estou bem, e ouvir que não estou.
Como se eu me sentisse bem, mas vissem que não estou.
Não compreendo.
Até me sinto bem.
E se as luzes que acendem e apagam incomodam...
Que posso fazer?
Não sei o que fazer.
E não sei de quem é a mão que faz isso.
Vou arrumar um pouco da minha vida e do meu quarto.
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Acho que ficou bom até.
Na foto aparecem mil pedaços de papel à mais, que não deveriam estar aí.
Se são a mais, já não deveriam estar aí.
Enfim, estou com sono.
Muito sono.
Percebi isso quando me vi acordando no meio da aula de Tecnologia & Sociedade.
Do nada, acordei.
Que confusão, céus.
Acho que neste estado estou mais sã do que quando estou sã.
As coisas fluem tão mais livremente, e eu posso tocar o que quiser e compreender, e entender.
Mesmo que não estejamos juntos, entende?
(Não é para quem parece que é)
Você lá, eu aqui.
Você sabe que está sempre aqui.
Mesmo quando eu estou em qualquer beco virada com a cara pra parede.
É o seu braço que me abraça, e os seus olhos que me viram uma vez...que me vêm.
Você não faria isso comigo.
Há homens e homens.
Certo?
Até mesmo quando falei que aquela música me fazia lembrar de você, e você riu.
Riu e me falou que a música não tinha nada a ver com você.
E que não entendia como.
É, eu ri.
E muito.
Mas ela me faz lembrar você.
Me faz lembrar de você falando que a música não lembra você.
E as que lembram você, você me enviou.
E elas realmente lembram.
O que eu devia estar fazendo, não estou.
Farei.
Daqui a pouco.
Só me deixa ficar mais um pouquinho com você.
Aí quando você dormir, eu volto.
E quando você dormir, vai ficar tudo tão leve.
E o seu rosto tão sereno vai me fazer tão bem.
Se mesmo tão longe, você me faz esse bem...
Let's stay together?
domingo, 24 de agosto de 2008
Ver deitar o Sol sob os teus braços.
sábado, 23 de agosto de 2008
"Em breve, seremos milhões."
Acho que essa foi a frase que eu mais escutei durante a semana.
Talvez mais do que os "né's".
Talvez mais do que todas aquelas músicas que me transportam pra qualquer lugar quando eu fecho os olhos, ou olho pro nada.
Tudo isso me faz ficar meio boba, no estilo 'babando e escorrendo'.
Amarelo.
Sei lá quantas mentiras eu me inventei, para que quando olhasse pro espelho, pudesse rir.
Dar umas belas risadas, daquelas de doer a barriga.
Mas as mentiras nunca duram.
E eu nem quero que elas durem.
Mentiras pequenas, bobas, só pra me distrair.
Depois eu enfio elas nas caixas, lacro e envio pra qualquer lugar, ou jogo da ponte.
Coisas gritam, ainda gritam.
Gritam não sei de onde, e fico olhando perturbada para todos os lados, na esperança de que eu possa fazer algo para silenciar.
Mas o que há para ser feito?
Nada?
Talvez seja nada, ou talvez não seja de mim que saia a mão que acariciarIA seus cabelos e te acalmarIA lentamente.
E o que foi tudo aquilo?
Um simples som foi capaz de me transportar pra outro mundo.
Sei lá qual o nome, deve ser nostalgia.
E de repente, eu virei aquela menina de treze anos.
Aquela que era sempre quieta.
Sempre.
Que mal abria a boca, nem para rir.
Tinha olhos virados para o chão, com medo de olhar pra frente e se magoar e perder.
Que apertava as mãos uma contra a outra, na esperança de encontrar ali, nela mesma, um abrigo.
E algumas coisas não mudaram.
Meus olhos não olham mais sempre para a frente.
Mas talvez, a maior parte do tempo.
Sou humana, penso em desistir às vezes.
Penso em parar, jogar todas aquelas coisas pro alto e sair correndo por aí.
Pular em algum abismo, e continuar caindo.
Deixar de ser isso que sou, e soltar as mãos.
Mas isso, eu nunca fiz.
Faz tanto tempo que não olho pras estrelas.
Porque eu sei que elas só aparecem quando há alguém.
Quando estou sozinha, elas somem.
E o que me sobra, são as luzes da rua.
As coisas não estão cinzas por aqui.
Estão azuis.
Eu tinha inventado um nome e uma cor.
Que eu daria só pra você.
E então ela seria assim, sua e minha.
E eu havia escrito aquela música pra você.
Que mesmo não sabendo cantar nem tocar, eu cantaria e tocaria pra você.
E ela sairia tão de dentro da mim, que soaria linda.
E mesmo chorando, eu iria sorrir.
E agora eu estou aqui atravessando mil caminhos distintos.
Alguns são bem intrigantes.
Outros são muito tentadores.
Mas os mais tentadores, também soam muito repulsivos.
E eu grito mais uma vez, em desespero.
Um pânico terrível.
Uma dor inexplicável.
Uma dor que faz rir e chorar.
Por que é que as coisas têm que ser assim?
Não faz sentido.
Às vezes, eu gosto de ser mais do que amiga.
Para todos aqueles menininhos, garotos, rapazes que algum dia me deram um fora.
Desde a segunda série, me fazendo rir e depois chorar.
Valeu!
Talvez mais do que os "né's".
Talvez mais do que todas aquelas músicas que me transportam pra qualquer lugar quando eu fecho os olhos, ou olho pro nada.
Tudo isso me faz ficar meio boba, no estilo 'babando e escorrendo'.
Amarelo.
Sei lá quantas mentiras eu me inventei, para que quando olhasse pro espelho, pudesse rir.
Dar umas belas risadas, daquelas de doer a barriga.
Mas as mentiras nunca duram.
E eu nem quero que elas durem.
Mentiras pequenas, bobas, só pra me distrair.
Depois eu enfio elas nas caixas, lacro e envio pra qualquer lugar, ou jogo da ponte.
Coisas gritam, ainda gritam.
Gritam não sei de onde, e fico olhando perturbada para todos os lados, na esperança de que eu possa fazer algo para silenciar.
Mas o que há para ser feito?
Nada?
Talvez seja nada, ou talvez não seja de mim que saia a mão que acariciarIA seus cabelos e te acalmarIA lentamente.
E o que foi tudo aquilo?
Um simples som foi capaz de me transportar pra outro mundo.
Sei lá qual o nome, deve ser nostalgia.
E de repente, eu virei aquela menina de treze anos.
Aquela que era sempre quieta.
Sempre.
Que mal abria a boca, nem para rir.
Tinha olhos virados para o chão, com medo de olhar pra frente e se magoar e perder.
Que apertava as mãos uma contra a outra, na esperança de encontrar ali, nela mesma, um abrigo.
E algumas coisas não mudaram.
Meus olhos não olham mais sempre para a frente.
Mas talvez, a maior parte do tempo.
Sou humana, penso em desistir às vezes.
Penso em parar, jogar todas aquelas coisas pro alto e sair correndo por aí.
Pular em algum abismo, e continuar caindo.
Deixar de ser isso que sou, e soltar as mãos.
Mas isso, eu nunca fiz.
Faz tanto tempo que não olho pras estrelas.
Porque eu sei que elas só aparecem quando há alguém.
Quando estou sozinha, elas somem.
E o que me sobra, são as luzes da rua.
As coisas não estão cinzas por aqui.
Estão azuis.
Eu tinha inventado um nome e uma cor.
Que eu daria só pra você.
E então ela seria assim, sua e minha.
E eu havia escrito aquela música pra você.
Que mesmo não sabendo cantar nem tocar, eu cantaria e tocaria pra você.
E ela sairia tão de dentro da mim, que soaria linda.
E mesmo chorando, eu iria sorrir.
E agora eu estou aqui atravessando mil caminhos distintos.
Alguns são bem intrigantes.
Outros são muito tentadores.
Mas os mais tentadores, também soam muito repulsivos.
E eu grito mais uma vez, em desespero.
Um pânico terrível.
Uma dor inexplicável.
Uma dor que faz rir e chorar.
Por que é que as coisas têm que ser assim?
Não faz sentido.
Às vezes, eu gosto de ser mais do que amiga.
Para todos aqueles menininhos, garotos, rapazes que algum dia me deram um fora.
Desde a segunda série, me fazendo rir e depois chorar.
Valeu!
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